Por José Carlos Castro Sanches
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Eu fico a pensar, a pensar,
Sem ver o que posso escrever.
Se ele me pede um cantar,
Eu tento o meu verso tecer.
Comento a crônica e o conto,
Os textos que ele criou.
Mas paro, medrosa, no ponto,
Onde a musa se retirou.
Palavras me fogem ligeiras,
Como o diabo corre da cruz.
E ficam as sombras breteiras,
Escondendo a sua luz.
Mas rogo a Jesus, meu guia,
Que a mente me queira clarear.
E faça da minha agonia,
Um verso capaz de brotar.
São Luís, 27 de maio de 2026.
Direitos reservados ao autor:
José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e promotor cultural.