Por José Carlos Castro Sanches
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Lá nas margens do Itapecuru,
Onde o sol beija o cenário,
Nasceu o sopro mais puro
Em solo do meu Rosário,
Onde o destino, com muro,
Não conteve o itinerário.
Sou de Zanilde a semente,
De Firmino a continuação,
Um fruto de amor presente,
Raiz de forte expressão,
Que traz no sangue, latente,
A honra da geração.
Naquela rua sem fim,
Onde o asfalto era mel,
O mundo se abriu para mim
Sem precisar de troféu,
Pois Deus traçou no jardim
O meu destino ao céu.
São Luís, 24 de março de 2026.
Direitos reservados ao autor: José Carlos Castro Sanches
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
