Por José Carlos Castro Sanches
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Na noite oclusa, sou tangido pelo sono, que me leva para a cama mais cedo, sem saber o porquê. Sou tão frágil diante dele quanto um barco a vela em alto-mar revolto e ventania. Todavia, encontro o antídoto na palavra escrita: a literatura é alimento, relaxante e acalento. Ela é magia, luz e utopia. Vida, suspense e fantasia. É sol, brilho, estrela, mar, onda e maresia. Caminho, beco, rua e estrada. É riso, reflexo e rima; verso, prosa e poesia. Jardim, flor e passarinho. É palavra, poder, rosa e espinho. Diante dessa riqueza, o sono recua e a mente desperta para o infinito.
São Luís, 22 de junho de 2026.
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José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
