Por José Carlos Castro Sanches
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Na ciência do átomo o mestre viu,
a lei que rege o mundo e a matéria;
mas foi no verbo que a alma descobriu,
a cura para a angústia mais deletéria.
Dezesseis vezes o papel se abriu,
em rastro de luz na escrita séria;
o químico que a fórmula sentiu,
na crônica dissolve a lida miséria.
Sou o consultor, o poeta, o escritor,
que faz do pensamento o meu escudo,
no solo da ética o plantador.
Pois se o tempo consome quase tudo,
resta o amor, a fé e o meu louvor,
neste cantar que nunca fica mudo.
São Luís, 24 de março de 2026.
Direitos reservados ao autor:
José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
