Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com
De poeta e de louco todos nós temos um pouco,
Se poeta das artes ou do santo oco,
Está no papel e na palavra o foco,
O fruto nobre da nossa lavra no soco.
Se eu tivesse um dente de ouro,
O canto do besouro e um casaco de couro,
Um rosário de tesouro,
Guardaria o amor como um touro.
O poema virou música na travessia,
O violão na música, pura poesia,
A vida se fez doce melodia,
A literatura completa magia.
Aqui tem a terra e o mar,
O sol radiante para queimar,
As flores do campo para cheirar,
O passarinho livre a cantar.
O livro, a bandeira e a eira,
Catirina e o boi na ladeira,
Tem ritmo de brincadeira,
Cultura e valor na vida inteira.
Tem a menina, a moça e a anciã,
A visitante e a anfitriã,
A avó, a mãe, a filha e a neta,
Mulher, esposa e querida irmã.
Louvo a Deus pelo carinho,
Amor, flor e espinho,
Luz, estrela e passarinho,
Seguindo juntos pelo caminho.
Rosa, Maria, Guilhermina e Marina,
A todas as flores, esta sina,
Neste Dia da Mulher que ilumina,
Um beijo sem malícia na alma divina.
No jardim da delícia e da flor,
Ser Mulher é um espanto de cor,
Beleza e encanto, com louvor,
Letra, palavra e poesia de amor.
Alegria, sorriso e magia,
Te abraço com fé nesse dia,
Desejando saúde e sabedoria,
Nesta jornada de plena harmonia.
Às belas mulheres de olhar profundo,
Que espalham perfume por todo o mundo,
Seu brilho é um mar, vasto e fecundo,
A força mais linda em cada segundo.
São Luís, 06 de março de 2026.
Direitos reservados ao autor:
José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense.