Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com
“A liberdade nunca está a mais de uma geração de distância da extinção. Nós não a transmitimos aos nossos filhos pelo sangue; ela deve ser lutada, protegida e entregue a eles para que façam o mesmo.” (Ronald Reagan)
A perseguição é implacável ao ex-Presidente Bolsonaro. Aqueles que o encurralam parecem alimentar um verdadeiro pavor da verdade e uma fome insaciável de poder, dispostos a qualquer custo a se manter no comando da nação, sacrificando os pilares republicanos em nome do hegemonismo político.
Não podemos nos omitir diante desse cenário. Entregar a condução do país ao arbítrio de forças autoritárias e à militância togada equivale a rifar a nossa soberania. A censura sistemática, a perseguição política, a violência institucional e a insubordinação jurídica sufocam uma democracia já fragilizada pelas ações de ministros do STF e membros do TSE. Tais instâncias, em uma simbiose inquietante com o poder central, agem de forma complacente com práticas duvidosas e atacam abertamente a liberdade de expressão para favorecer projetos de poder moralmente questionáveis.
Encontramo-nos em uma encruzilhada histórica e perigosa, contudo ainda resta um sopro de esperança e tempo para trilharmos o caminho da lucidez. Nossa arma mais poderosa e legítima continua sendo o voto consciente: teclarei 22 para eleger Flávio Bolsonaro. No atual momento, sua candidatura sintetiza os anseios vibrantes de um povo que recusa o jugo da tutela e clama por liberdade e verdade. O Brasil acima de tudo e Deus acima de todos. Pra frente, Brasil!
“A democracia não é apenas o direito de votar, é o direito de viver em liberdade.” (Winston Churchill)
São Luís, 04 de outubro de 2026.
Direitos reservados ao autor: José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.














