Por José Carlos Castro Sanches
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Não está na epiderme a nobreza,
No vago encanto fútil que consome,
Nem nos traços fugazes de um prenome
Que o tempo gasta na altiva incerteza.
És essência que habita a fortaleza
Do riso franco e da paz que nos redime;
Em ti repousa o dom que o céu imprime,
Clara virtude, aurora e pureza.
Bússola e fruto, a semente e o abrigo,
Estrela firme em noites de perigo,
Divina graça que a alma purifica.
És mãe, menina, a luz que nos conduz,
Graça divina que a terra traduz,
Doce esperança que a vida glorifica.
São Luís, 29 de setembro de 2026.
Direitos reservados ao autor: José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
