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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

UMA CANETA DE MANGUE AO MAR (Canetas da Natureza: Histórias de Amor e Criatividade)

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

Eu passeava pelos pequenos lençóis à beira-mar na cidade de Tutóia no Maranhão, quando encontrei um pequeno broto em formato de caneta. Pela semelhança logo disse aos amigos que me acompanhavam: achei uma caneta! O guia turístico ao ver o talo pontiagudo em minha mãe afirmou: é uma semente de mangue que o gado gosta de comer na beira da praia devido ao sabor salgado da água do mar. Procurei outras canetas marinhas nas margens do oceano, encontrei algumas e presenteei minha neta e o filho de um amigo que nos acompanhava no passeio. Eu fiquei a imaginar como a natureza é extraordinária, extrai dos manguezais as canetas para os peixes contarem suas histórias aos humanos. Enquanto isso a minha neta pegou a sua caneta e escreveu na areia molhada da praia uma linda mensagem para sua mãe que diante da surpresa com a iniciativa da filha, fotografava a ousadia. Eu tinha agora uma caneta imaginária para descrever e um motivo a mais para acreditar que nada ocorre por acaso.

A vida é cheia de surpresas, e às vezes, as coisas mais simples podem se tornar extraordinárias. A caneta de mangue que encontrei na praia me fez pensar em como a natureza é cheia de histórias para contar. O manguezal, o gado, os peixes, todos têm um papel importante nessa história. E a capacidade criativa humana é capaz de transformar essas histórias em realidade. A praia, com suas dunas e areia, é um lugar de inspiração, onde a imaginação pode voar. E a neta, com sua caneta de mangue, escreveu uma mensagem de amor para a mãe, mostrando que a criatividade e o amor podem transformar qualquer coisa em algo especial. Nada ocorre por acaso, e talvez, essa caneta de mangue seja um lembrete de que a vida é cheia de possibilidades e surpresas. E você, o que você faria com uma caneta de mangue?

Tutóia, 07 de janeiro de 2026.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS07.01.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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