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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

RENOVAR PARA A VIDA

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

Foi ao escrever o poema “Roupa Nova para o Natal”, enquanto assistia ao show “Simplesmente Roupa Nova” da referida banda no Multicenter Sebrae em São Luís do Maranhão, que iniciei a primeira estrofe com os versos: “Vesti a roupa nova para o Natal / Quero ser um anjo, ser criança / Cantar alegre o recital / Levar ao mundo a esperança.

Dois dias depois, ao amanhecer, retornei à ideia, deixando-me envolver por uma reflexão mais profunda, a partir da semente plantada no meu coração durante o belíssimo espetáculo musical.

Vestir a roupa nova é uma metáfora que evoca renovação, novas perspectivas, a busca incessante pelo crescimento e aperfeiçoamento – pessoal e profissional. Um olhar diferente, visionário, sobre a vida, a família, os amigos, os negócios, as oportunidades…

Mas vestir a roupa nova não significa descartar a roupa velha. Esta deve ser guardada, não nas gavetas ou guarda-roupas, mas no coração e na mente. Foram as roupas velhas que nos trouxeram até aqui – receberam o suor e os aromas nem sempre agradáveis da jornada, desbotaram-se, perderam o brilho, mas não a parceria. Diante das adversidades, acreditaram e investiram em nós, sabendo que um dia seriam substituídas. Elas representam a gratidão pelas pessoas que nos alimentaram, educaram, ajudaram e lapidaram nessa travessia do ventre materno ao presente.

A roupa nova pode ser o projeto guardado por anos e finalmente realizado; o sonho pessoal que se tornou realidade; a viagem planejada há décadas; o negócio que parecia impossível; a reconquista de um amor perdido ou o encontro do parceiro ideal para a vida ou negócio; o perdão a si mesmo ou a outrem, tornando-o mais leve, realizado e feliz; o início do cuidado com o corpo e a mente – exercícios, alimentação saudável, lazer e, se necessário, sessões de psicoterapia.

O mundo precisa de roupa nova para manter-se em contínua revolução. E o homem, para renovar expectativas, instigar o espírito de aventura, viver novas emoções e fortalecer a autoestima, tão castigada na última década.

E agora, a pergunta é para você: que roupa vestirá no novo ano que se aproxima? Faz sentido continuar com as mesmas roupas, hábitos e atitudes? Vale a pena arriscar uma roupa nova? Está preparado para os desafios e oportunidades? Ou o passado é o seu amuleto, e tudo deve seguir como sempre foi? É fiel aos seus parceiros? Pratica o perdão e a gratidão, aliviando o ressentimento e valorizando quem te ajudou a chegar até aqui? Está perto de quem celebra o seu voo?

São Luís, 21 de dezembro de 2025.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências e da Academia Vianense de Letras. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento, Borboletas & Colibris (em parceria); Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando, O Voo da Fantasia, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar (parceria), Momentos do Cotidiano. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS21.12.2025. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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