Por José Carlos Castro Sanches
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“A maior doença do ego é a falta de consciência de si mesmo.” (Eckhart Tolle)
Um homem narcisista é como um espelho que reflete apenas a sua própria imagem, incapaz de refletir a beleza e a essência daqueles que o cercam. Ele é um prisioneiro de sua própria vaidade, condenado a admirar-se eternamente, sem nunca se dar conta da riqueza e da profundidade das conexões humanas.

Para o narcisista, o preço da solidão é elevado, refletindo na verdade que se vê no espelho do ego, gerando consequências desastrosas e dolorosas para aqueles que o cercam. O mal respinga entre as fronteiras da família e se estende aos relacionamentos sociais, deixando um rastro de destruição e sofrimento.

“Amar é não julgar, é entender, é acolher, é perdoar.” (Chico Xavier)
Ele pode ser encantador e carismático no início, mas logo revela sua falta de empatia e sua necessidade insaciável de admiração e atenção. Ele se sente no direito de ser o centro do universo e espera que todos o tratem como tal. No entanto, é justamente essa atitude que pode levar ao colapso do relacionamento.

“O amor é a única liberdade, pois é a única coisa que não pode ser conquistada ou perdida, apenas compartilhada.” (Paulo Coelho)

Mas, caro leitor, há esperança. Há um caminho para sair dessa prisão de egoísmo e se conectar verdadeiramente com as pessoas que o amam. É um caminho que exige coragem, vulnerabilidade e disposição para se olhar no espelho e reconhecer os próprios defeitos.

“A verdadeira grandeza não consiste em se colocar acima dos outros, mas em se colocar abaixo, em servir.” (Mahatma Gandhi)
Se você se reconhece nessas palavras, saiba que é possível mudar. É possível aprender a ouvir, a se importar com as necessidades e os sentimentos dos outros, a se colocar no lugar de quem você ama. Ao fazer isso, você não apenas melhora o relacionamento, mas também se torna uma pessoa mais plena e feliz.

“O amor é a resposta para todas as perguntas, é a chave para a felicidade e a realização.” (Dalai Lama)
Reflexão e Lição Aprendida: O estudo e a busca por novas informações com o propósito de aprofundar o conhecimento sobre o tema em referência me fizeram perceber que o narcisismo é uma barreira para o verdadeiro amor e a conexão humana. No entanto, diante dessa percepção, estou convicto de que a decisão de mudar é um ato de coragem pessoal, portanto, é possível ressignificar e tornar-se uma pessoa empática e amorosa. A chave é reconhecer os próprios defeitos e estar disposto a trabalhar para superá-los. Ao fazer isso, você construirá relacionamentos mais profundos e significativos, e encontrará a verdadeira felicidade e realização.

São Luís, 11 de fevereiro de 2026.
José Carlos Castro Sanches.
É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS11.02.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.
