Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com

A vida está em constante revolução.
“A principal missão do homem, na vida, é dar luz a si mesmo e tornar-se aquilo que ele é potencialmente.” (Erich Fromm)
“A principal missão do homem, na vida, é dar luz a si mesmo e tornar-se aquilo que ele é potencialmente.” (Erich Fromm)
Neste 15 de dezembro de 2017, dia do Arquiteto estou iniciando um novo marco em minha vida de escritor. Profissão que resolvi adotar não pela formação acadêmica, mas pela experiência, sabedoria e sobretudo pela disposição e motivação que tomam conta de mim quando escrevo.

Para o famoso escritor Johann Wolfgang Von Goethe a arquitetura é música petrificada.
Dedico essa crônica ao soberano DEUS, arquiteto de todo o universo. Que me deu o dom de escrever. A Oscar Niemeyer que projetou o Conjunto da Pampulha, 1940, Belo Horizonte; a Sede das Nações Unidas – ONU, 1947, Nova York; o Ibirapuera, 1951, São Paulo; o Edifício Copan, 1951, São Paulo; a Casa das Canoas, 1952, Rio de Janeiro; A nossa capital – Brasília, 1957; a Sede do Partido Comunista Francês, 1965, Paris; a Universidade de Constantine, 1969, Argélia; a Passarela do Samba, 1983, Rio de Janeiro; o Memorial da América Latina, 1987, São Paulo; o Museu de Arte Contemporânea, 1991, Niterói; o Museu Oscar Niemeyer, 2001, Curitiba; o Centro Administrativo de Minas Gerais, 2003; o Centro Cultural Principado de Astúrias, 2006, Avilés, Espanha, dentre inúmeros outros projetos.

Em especial à arquiteta Nádya Delgado, jovem criativa, inteligente e talentosa que projetou o meu modesto apartamento em São Luís do Maranhão. E ao amigo Antônio César Lima Pinheiro, engenhoso profissional da construção civil, estudante de arquitetura, inovador e habilidoso de mente fértil. E a todos os arquitetos, alunos de arquitetura e àqueles que mesmo sem formação acadêmica revolucionam as construções em todos os recantos da terra extrapolando as fronteiras das galáxias e constelações deste universo infinito.

“A arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes dispostos sob a luz.”
(Le Corbusier)

Escrever é arquitetar é criar e transformar palavras em poesia. O que os poetas dizem com duas palavras os arquitetos têm que exprimir com milhares de tijolos. Todo bom poeta é um grande arquiteto, deve ser um grande intérprete original do seu tempo, de seus dias, de sua época, da sua vida. A arquitetura assim como a literatura é um estado de espírito não uma profissão.

“Ah, como é mágico ver surgir na folha branca de papel um palácio, um museu, uma bela figura de mulher! Como as desejo e gosto de desenhá-las! Como as sinto nas curvas da minha arquitetura!” (Oscar Niemeyer)

Digo o mesmo da Literatura: “Como é encantador ver surgir na folha branca da minha agenda e na tela do meu computador, palavras, frases, ideias e textos transformadores, como um diamante de inigualável brilho capaz de decompor a luz branca nas cores do arco-íris e irradiar luz, amor e esperança! Como me deleito em criar sentenças e dar sentido aos vocábulos. Como sinto o coração bater, o sangue correr nas veias e o amor pela Literatura. Essa admirável arte de compor e expor escritos artísticos, em prosa ou em verso que tanto me fascina e encanta.” (José Carlos Sanches)

Nessa semana completei a marca de 100(cem) artigos escritos e publicados, sobre temas universais, decidi criar a minha página.
Hoje criei e disponibilizei na Internet com a ajuda do meu filho Carlos Daniel e da Psicóloga Dra. Amanda da Silva e Silva a página: “Fala, Sanches” com o propósito de divulgar o meu trabalho e reproduzir os meus escritos ( produção, composição, obra, trabalhos, textos e artigos de temas universais) para além-fronteiras, propagar bons exemplos e lições de vida para influenciar pessoas em todos os lugares do mundo.

Somos capazes de extrapolar os nossos próprios limites desde que estejamos dispostos a assumir o papel de protagonistas da nossa própria vida. O palco da vida não é límpido, sereno e iluminado como aparentam nos teatros. Precisamos definir nossos objetivos e trabalharmos duro para realizá-los. Nunca desistir! Jamais!

“Temos que representar bem o nosso papel no palco da vida, pois ao final do espetáculo poderemos ser vaiados ou aplaudidos.” ( D. Cristiano Portela de Araújo Penna, Bispo de Divinópolis-MG.)
Espero corresponder à expectativa dos meus leitores. E os convido a compartilhar as suas experiências de vida para juntos fortalecermos a nossa “missão” de multiplicadores de conhecimentos e experiência e ajudarmos a “edificar” um mundo melhor, mais justo e mais humano, onde todos: possam ter os mesmos direitos, respeitem as diferenças, amem ao próximo…

“Deus me enviou à terra com uma missão. Só Ele pode me deter, os homens nunca poderão.” (Bob Marley)
Juntos precisamos:
Expandir a nossa consciência para “arquitetar” um mundo menos violento e mais pacífico com a participação de cada um de nós;
Aprender a “pensar globalmente e agir localmente”, com pequenas ações faremos grandes mudanças;
E passar adiante a nossa história, experiências e aprendizados sobre a vida.

Estou me esforçando para tornar possível essa “missão” com trabalho árduo, dedicação, engajamento, ética e responsabilidade e conto com todos vocês para juntos construirmos um mundo melhor.

“Eis um teste para saber se você terminou sua missão na Terra: se você está vivo, não terminou.” (Richard Bach)
São Luís, 15 de dezembro de 2017.
José Carlos Castro Sanches.
É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências e da Academia Vianense de Letras. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.


Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento, Borboletas & Colibris (em parceria); Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando, O Voo da Fantasia, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar (parceria), Momentos do Cotidiano. Participa de diversas antologias brasileiras.


NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS15.12.2017. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

OBS: FOTOS E BIOBLIBLIOGRAFIA ATUALIZADAS E INCLUÍDAS NESTA CRÔNICA EM 15.12.2025 POR JCSANCHES.

