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CAPIVARAS: OS GENTIS GIGANTES DAS ÁGUAS (Texto resumido)

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

“As capivaras são criaturas fascinantes, que nos ensinam a viver em harmonia com a natureza.” (Jane Goodall)

Um fato inusitado envolvendo uma capivara que impediu o pouso de um avião no Aeroporto de Viracopos em Campinas me fez querer entender melhor esse animal fascinante. A capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é um roedor semiaquático, o maior do mundo, nativa da América do Sul, incluindo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Esses animais vivem em grupos de 10 a 20 indivíduos, liderados por um macho dominante, em áreas úmidas como margens de rios, lagos e pântanos. São herbívoras, alimentando-se de gramíneas, plantas aquáticas e frutas. A gestação dura cerca de 150 dias, e as fêmeas dão à luz de 2 a 8 filhotes, que nascem com olhos abertos e já são capazes de nadar.

As capivaras são geralmente dóceis e podem ser encontradas em áreas urbanas, onde são alimentadas por humanos. No entanto, também são caçadas por sua carne e pele. Seus predadores naturais incluem jaguares, pumas e jacarés.

Esses animais desempenham um papel importante no ecossistema, ajudando a dispersar sementes e controlar a vegetação aquática. São excelentes nadadoras e podem ficar submersas por até 5 minutos. Além disso, têm uma glândula na cabeça que produz um cheiro forte, usado para marcar território.

Na cultura indígena, as capivaras são consideradas animais sagrados e associadas à fertilidade e abundância.  

                             

O que podemos aprender com elas?        

A importância da vida em comunidade e cooperação, a necessidade de equilíbrio entre a natureza e a ação humana, e a capacidade de adaptação e resiliência em ambientes desafiadores.

A interação do homem com as capivaras é complexa, mas é fundamental preservar a espécie e seu habitat, garantindo a continuidade da biodiversidade e do equilíbrio ecológico.

“As capivaras são um símbolo da resistência e da adaptação, um lembrete de que a natureza é capaz de se renovar e se reinventar.” (Leonardo Boum)

São Luís, 27 de janeiro de 2026.

Direitos reservados ao autor

José Carlos Castro Sanches.

Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense.

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