Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com
Nota de esclarecimento do escritor aos leitores. Para aqueles que não gostam de tomar banho e de manter a higiene pessoal, recomendo que não usem essa minuta como reforço ao mau hábito. Ao tempo que recomendo aos exagerados que abusam dos banhos diários, uma boa leitura e reflexão! Um forte abraço a todos.
Veja o que diz o BBC; The Guardian; Harvard Health Publishing; Healthline; Australasian College of Dermatologists, sobre o tema:
“O brasileiro ama um banho bem tomado — mas a ciência está começando a cutucar esse costume. Será que a gente não está exagerando? Dermatologistas têm dito com todas as letras: o banho diário é um hábito cultural, não uma necessidade do corpo. Segundo o especialista Stephen Shumack, quando a gente esfrega o corpo inteiro todo santo dia, com água quente e sabonete em excesso, acaba retirando a proteção natural da pele.
Essa camada de óleos e bactérias boas funciona como um escudo. Sem ela, o que aparece? Ressecamento, coceira, descamação e uma pele cada vez mais sensível.
Em países frios, como Reino Unido e Alemanha, é comum o banho completo apenas em dias alternados. Ninguém está “sujo” por isso: a higiene fica concentrada nas regiões que realmente precisam de atenção diária, como axilas, pés e região íntima. O restante do corpo não precisa passar por uma “faxina pesada” todos os dias.
Aqui, porém, a ideia de não tomar banho completo já vira motivo de piada — mesmo quando a ciência está dizendo que talvez seja hora de repensar.
A Harvard Health alerta que sabonetes antibacterianos usados todo dia podem destruir o microbioma da pele, aquele conjunto de micro-organismos que ajuda a proteger o corpo. Banhos mais rápidos, com água morna e produtos suaves, mantêm o frescor sem destruir essa defesa natural.
E tem o lado que quase ninguém lembra: o ambiental. Cada banho longo consome uma quantidade absurda de água. Em um planeta que enfrenta crise hídrica em várias regiões, isso deixa de ser só uma questão de “cheiro bom” e vira questão de responsabilidade.
Talvez a pergunta certa não seja “você tomou banho hoje?”, mas “como você está cuidando da sua pele e da água que usa todos os dias?”.
E você, teria coragem de testar um banho completo dia sim, dia não, focando só nas áreas principais diariamente? Ou acha isso inimaginável na sua rotina?”

Fonte: BBC; The Guardian; Harvard Health Publishing; Healthline; Australasian College of Dermatologists.
São Luís, 19 de dezembro de 2025.
José Carlos Castro Sanches.
É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências e da Academia Vianense de Letras. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.
Autor dos livros: Tríade Sancheana Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Soprol, Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento, Borboletas & Colibris (em parceria); Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando, O Voo da Fantasia, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar (parceria), Momentos do Cotidiano. Participa de diversas antologias brasileiras.
NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS19.12.2025. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.