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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

A TRAJETÓRIA DO LIVRO (Versão 2)

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com 

 “A leitura é a chave que abre as portas da sabedoria.” (Confúcio)  

A história do livro remonta à idade antiga, quando os textos eram escritos em pergaminhos e papiros. Os primeiros livros eram manuscritos, copiados à mão por escribas e monges. Com o tempo, os livros se tornaram mais acessíveis e começaram a se espalhar pelo mundo.       

“Os livros são os amigos mais silenciosos e constantes que temos.” (Charles Lamb)         

Um livro é um volume com mais de 48 páginas, segundo a definição da UNESCO, embora alguns autores considerem que um livro deve ter pelo menos 49 páginas. A invenção da prensa de Gutemberg, em 1450, revolucionou a indústria editorial, permitindo a produção em massa de livros. Isso contribuiu para a disseminação do conhecimento e a alfabetização em massa.

“A escrita é a pintura da voz.” (Voltaire)

A evolução dos livros é impressionante. Dos manuscritos aos livros impressos, dos livros de capa dura aos e-books e audiolivros, a forma como consumimos livros mudou drasticamente. As publicações nas gráficas também evoluíram, com a introdução de tecnologias mais avançadas e sustentáveis.

“Um livro é um sonho que você segura nas mãos.” (Neil Gaiman)

O marketing e a venda de livros também mudaram. Hoje, os autores precisam ter uma presença online forte para promover seus livros e alcançar o público-alvo. Os tipos de livros mais vendidos no Brasil incluem romance, autoajuda e ficção.

“A leitura é o alimento da alma.” (Carlos Drummond de Andrade)

No entanto, os escritores enfrentam desafios para lançar um livro, desde a escrita até a publicação e promoção. A concorrência é feroz, e o mercado é cada vez mais exigente.

“A escrita é a forma mais profunda de leitura.” (Umberto Eco)

O futuro do livro é incerto, mas uma coisa é certa: a leitura é mais importante do que nunca. Em um mundo competitivo e exigente, a leitura é um diferencial importante. Um livro é um amigo que nunca decepciona e um abraço para a alma. Quem lê tem mais chances de sucesso pessoal e profissional.

“A leitura é a chave para o sucesso.” (Bill Gates)

São Luís, 10 de fevereiro de 2026.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS10.02.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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