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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

A JUSTIÇA É CEGA?

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

“A justiça é a base da sociedade, mas quando ela se torna injusta, é o caos” (Platão)

Como disse John Locke: “Onde não há lei, não há liberdade”. E, de fato: “A liberdade de expressão é um direito inalienável e intrínseco do ser humano e um pilar central na construção de uma sociedade justa.” Faço uso destas premissas para externar um pensamento crítico e compartilhar uma reflexão aos leitores.

Vejo com indignação a mobilização da suprema corte brasileira para blindar os ministros envolvidos no caso Master. Aqueles que outrora sacrificaram famílias com processos forjados e obtenção de informações por meios ilícitos hoje querem impedir que a polícia federal e os auditores fiscais realizem o seu trabalho. O que era “lixo jurídico” agora deve ser censurado – é triste perceber que os magistrados se associaram aos políticos e passaram a ter um lado, um partido em vez de seguir a constituição e manter a imparcialidade nos julgamentos.

“A liberdade é o direito de fazer o que é justo” (Cicero)

Observo com temor os abusos cometidos pelo judiciário brasileiro, que aplica penas absurdas para inocentes e protege bandidos, resguarda a cúpula da corte suprema e como dito por um dos ministros em outras palavras: “defenderei a minha classe não importa o que tenham feito,” blindagem aos malfeitores, corporativismo e ativismo político. Aqueles que deveriam ser exemplos de dignidade, honestidade, protegerem os cidadãos e aplicar a lei com imparcialidade – estão a todo custo tentando esconder as verdades encobertas – sem piedade, eles fazem tudo que for possível para manterem-se intocáveis no poder com suas togas sujas.

“A tirania é a melhor forma de governo quando os governantes são justos” (Aristóteles)

Não importa o partido político, a religião, a cor, o sexo ou a ideologia, precisamos reagir aos abusos do judiciário e de políticos que legislam em causa própria em detrimento dos interesses do povo. Até quando os brasileiros suportarão de braços cruzados a corrupção, os desmandos, o autoritarismo do supremo, as manobras jurídicas para conter os desmandos dos togados?

“O poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente” (Lord Acton)

Já não bastam os desvios bilionários de recursos públicos das estatais, do INSS, Correios, Banco Master dentre dezenas de outros casos anunciados diariamente nos meios de comunicação, sem as devidas apurações e consequências aos malfeitores. O encarceramento de inocentes no 08 de janeiro de 2023, prisões arbitrárias com provas forjadas; tortura a adversários políticos, militares, comunicadores, familiares de opositores, entre outros; fuga massiva de empresários, políticos, jornalistas, autoridades… para outros países por perseguição política; eleição com resultado duvidoso para presidente; cerceamento de informações e censura velada nos meios de comunicação oficial aos opositores do sistema; ditadura da toga implantada e aplicada por ministros da corte suprema; manutenção de presos políticos; preconceito religioso,  intolerância e perseguição religiosa, discriminação por crença; uso abusivo dos recursos públicos para fins duvidosos; política da subserviência, escravismo e dependência dos pobres aos programas sociais; processos do fim do mundo; cultura do desemprego, bolsa família e vale gás; incentivo e favorecimento ao crime organizado e à marginalidade; apoio recíproco a líderes de países totalitários com trocas de favores e movimentações suspeitas.

“A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras” (Winston Churchill)

O que se pode esperar de um país governado por um bêbado, ex-presidiário, embriagado pela ambição do poder e subjugado ao judiciário? Onde estaremos em 2030? Permanecermos reféns de um governo acéfalo, sob o comando dos ministros do supremo e dos políticos atuais? Em outubro de 2026, mais de 150 milhões de brasileiras e brasileiros voltarão às urnas para escolher o presidente da República, governadores, senadores, bem como deputados federais, estaduais e distritais – é chegada a hora de fazer diferente – talvez seja a última chance de mudança ou seremos tragados pelas víboras comunistas que desembarcaram no Brasil com a única intenção de destruir a nossa nação e massacrar o nosso povo.

“A revolução é a forma mais extrema de mudança social, mas também é a mais perigosa” (Hannah Arendt)

É agora ou nunca!  A democracia clama por justiça, o comunismo não tem lugar em nosso solo. Viva o Brasil, a família e a liberdade, que Deus seja louvado e guie nossos passos rumo ao futuro próspero!

“A justiça é a virtude que nos permite dar a cada um o que é seu” (Tomás de Aquino)

Reflexão Final:

A justiça é a base de uma sociedade justa e igualitária. No entanto, quando os responsáveis por a aplicar se tornam corruptos e parciais, a sociedade como um todo é afetada. É fundamental que os membros da corte suprema sejam exemplos de integridade e imparcialidade, para que a justiça seja realmente cega e não favoreça a ninguém.

Inspiração: “A imparcialidade é a virtude dos fortes” (Alexandre Dumas)

São Luis, 18 de fevereiro de 2026.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS18.02.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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