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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

A FÁBULA DO HOMEM E DO MACACO

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

Em uma floresta tropical, um homem chamado João se sentou à beira de um rio para refletir sobre sua vida. Enquanto pensava, um macaco chamado Max se aproximou dele, curioso sobre o estranho ser que estava sentado tão quieto.

Max, que estava no processo de evolução para se tornar homem, olhou para João com admiração e disse: “Eu quero ser como você! Você é tão forte, tão inteligente e tão capaz. Como posso aprender a ser homem?”

João sorriu e disse: “Ah, Max, ser homem não é apenas sobre força ou inteligência. É sobre ser uma boa pessoa, com valores e princípios. Mas eu posso aprender com você também. Você é muito ágil e adaptável. Como você consegue se adaptar tão facilmente às mudanças na floresta?”

Max pensou por um momento e disse: “Eu observo e aprendo com a natureza. Eu vejo como as plantas e os animais se adaptam às mudanças e eu faço o mesmo. Talvez você possa aprender com isso também.”

João refletiu sobre as palavras de Max e percebeu que ele estava certo. Ele havia se tornado tão focado em suas próprias preocupações que havia esquecido de observar e aprender com o mundo ao seu redor.

“Max, você me ensinou algo importante”, disse João. “Mas agora é minha vez de ensinar você. Para ser homem, você precisa aprender a controlar seus impulsos e a pensar antes de agir. Você precisa aprender a se comunicar de forma eficaz e a respeitar os outros.”

Max ouviu atentamente e começou a praticar as lições de João. Com o tempo, ele se tornou mais paciente e mais capaz de se comunicar com os outros.

Enquanto isso, João continuou a aprender com Max. Ele se tornou mais ágil e mais adaptável, e começou a ver o mundo de uma forma diferente.

A moral da história é que todos podemos aprender uns com os outros, independentemente de quem sejamos ou de onde venhamos. O homem e o macaco podem ter diferenças, mas também podem ter muito a aprender um com o outro. Ao compartilhar conhecimentos e experiências, podemos nos tornar melhores versões de nós mesmos.

São Luís, 15 de julho de 2025.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia de Ciências, Letras e Artes de Presidente Vargas. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana: Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento, Borboletas & Colibris (em parceria); Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha, Me Leva na Mala, Divagando na Fantasia em Orlando e O Voo da Poesia. TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar, ECOS da AMT: novos trovadores (em parceria). Coautoria em diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS15.07.2025. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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