Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com

Hoje eu decidi provocar os leitores brincando de quebra-cabeça com a astrologia.
Dizem os astrólogos que os arianos garantem o terceiro lugar entre os signos mais sensuais. Destemidos conquistadores, não hesitam em tomar a iniciativa. Seu instinto de liderança e a intensidade apaixonada tornam os descendentes de “Áries” mestres na arte da sedução, cativando seus parceiros com facilidade.
facilidade.
Para quem acredita ou não nos signos do zodíaco deixo um desafio: Se o ariano é o terceiro, quais são os dois primeiros? Qual é a sua classificação na escala de atração humana?
São Luís, 29 de novembro de 2023
José Carlos Castro Sanches É químico, professor, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras Artes e Academia Vianense de Letras. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa e A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento, Borboletas & Colibris (em parceria); Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala e Divagando na Fantasia em Orlando. Participa de inúmeras antologias brasileiras.
NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS29.11.2023. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.