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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

21 de abril

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

“Pois seja feita a vontade de Deus. Mil vidas eu tivesse, mil vidas eu daria pela libertação da minha pátria! (Joaquim José da Silva Xavier – Tiradentes)

Esta data é marcada por inúmeros acontecimentos relevantes desde antes de Cristo. Sucederam-se eventos históricos: Em 753 a. C. –  A fundação de Roma por Rômulo; 1506 – Massacre de Lisboa; 1509 – Henrique VIII sobe ao trono da Inglaterra, após a morte do seu pai Henrique VII; 1782 – A cidade de Rattanakosin, hoje conhecida internacionalmente como Bancoque é fundada na margem oriental do rio Chao Phraya pelo rei Buda Yodfa Chulaloke; 1792 – Tiradentes, um revolucionário que liderou um movimento para a independência das Minas Gerais conhecido por Inconfidência Mineira, é enforcado e esquartejado; 1898 – Guerra Hispano-Americana: a Marinha dos Estados Unidos inicia o bloqueio dos portos de Cuba; 1934 – A “Fotografia do Cirurgião”, a foto mais famosa que supostamente mostra o Monstro do Lago Ness, é publicada no Daily Mail (em 1999, revela-se uma farsa); 1960 – Brasília, capital do Brasil, é inaugurada oficialmente. Às 09:30 horas, os três poderes da República são simultaneamente transferidos da antiga capital, Rio de Janeiro para Brasília. Ali, continuava a triste sina da política brasileira, não mais na Cidade Maravilhosa. Como disse Oscar Niemeyer: “Quem for a Brasília. Pode gostar ou não dos palácios, mas não pode dizer que viu antes coisa parecida”.

Floresceram: Em 1851 – Sílvio Romero, literato brasileiro; 1930 – Hilda Hilst, poetisa, escritora e dramaturga brasileira; 1955 – Toninho Cerezo e 1957 – Andrade, ex-futebolistas e treinadores brasileiros de futebol. Nasceu também, o meu saudoso sogro David de Sousa Monteiro no dia 21 de abril de 1929, hoje completaria 97 anos.

“Quando se vê um arvoredo o importante não são as árvores, mas os espaços entre elas. ” (Oscar Niemeyer)

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Em 21 de abril de 2019, brotou da minha inspiração o verso “O Palácio dos Leões”, fruto do encanto e emoção durante a visita àquele belo palácio, ao lado da minha amada esposa. O presente foi completo naquela manhã de abril que hoje se eterniza no livro de poemas “Gotas de Esperança” de própria autoria, contando as belezas que vi num lindo dia de abril, no meio dos estuários Bacanga e Rio Anil, na Ilha de São Luís, outrora Atenas do Brasil. 

Passaram para a outra dimensão: Em 1792 – Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), mártir brasileiro; 1902 – Joaquim de Sousa Andrade (Sousândrade), poeta brasileiro, nascido em Guimarães – Maranhão; 1975 – Paschoal Ranieri Mazzilli, foi um advogado, jornalista e político brasileiro tendo sido presidente do Brasil em dois momentos na década de 60; 1985 – Tancredo Neves, foi um advogado, empresário e político brasileiro, tendo sido o 33º primeiro-ministro do Brasil (o primeiro do período republicano) e presidente da república, eleito, porém não empossado; 1988 – Luís Eduardo Magalhães, foi um político brasileiro. Filho do ex-governador da Bahia e ex-senador pelo estado, Antônio Carlos Magalhães, era considerado o provável sucessor de seu pai no meio político.

“Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la ”  (Joaquim José da Silva Xavier – Tiradentes)

Pelas marcas deixadas na história da humanidade e do Brasil reverencio esta data com carinho e dedico aos historiadores e defensores da liberdade, esta breve crônica, sem a pretensão de esgotar a riqueza que a data simboliza; as considerações descritas acima retratam apenas uma gota no oceano de 21 de abril.

“Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas, o mar seria menor se lhe faltasse uma gota. ” (Madre Teresa de Calcutá)

São Luís, 21 de abril de 2021.

Revisado em 21 de abril de 2026.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS 21.04.2021. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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