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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

QUAL A ENERGIA QUE MOVE O MUNDO?

Por José Carlos Castro Sanches

“Energia é o que tensiona o arco; decisão é o que solta a flecha. “ (Sun Tzu)

Em uma manhã ensolarada de 08 de janeiro de 2021, a ilha de São Luís amanheceu apagada, sem força para movimentar as redes sociais, os hospitais, as raras indústrias, o comércio e as residências que dependem de energia elétrica para manterem acesas as chamas, centelhas e faíscas da vida, a produção e o consumo.

Ontem li que Mark Zuckerberg fundador do Facebook bloqueou os acessos de Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos nação mais democrática do mundo, ao Facebook e Instagram. Fiquei a me perguntar: “como o proprietário de uma rede de comunicação que se tornou poderoso graças ao estado democrático e liberdade de expressão pode censurar o maior líder mundial? ” Imaginem nós simples mortais, sem cargos políticos, nem influência nos poderes.

A qualquer momento poderemos ser excluídos das redes sociais, presos e perseguidos como o jornalista Osvaldo Eustáquio, sem motivos declarados mantido na cadeia e privado do contato com familiares e amigos, a mando do STF. Ilegalidades jurídicas não são incomuns no Brasil, onde prosperam as injustiças, no caso particular: uma anomalia jurídica – como dizem os juristas especializados. Preocupa-nos não podermos criticar as decisões do STF, bem como de seus ministros pelos supostos crimes de injuria, difamação com o intuito de destruir reputações e calar a verdade.

Não seria uma inversão de valores, a quem interessa restringir a liberdade de comunicação. Logo o proprietário do Facebook e os ministros do STF que se dizem defensores da liberdade e abusam do poder da mídia e da suprema corte e, implantam a mais detestável e ameaçadora afronta ao líder da maior potência mundial e à liberdade de expressão e imprensa.

Diante de tamanha aberração me pergunto: quem está por trás dessa tal “desordem mundial” que desestabiliza a democracia, frauda eleições, fortalece a corrupção, a marginalidade, prende inocentes e deslegitima o cidadão de bem merecedor de respeito e liberdade?

“Toda mudança positiva – todo salto para um nível maior de energia e consciência – envolve um ritual de passagem. A cada subida para um degrau mais alto na escada da evolução pessoal, devemos atravessar um período de desconforto, de iniciação. Eu nunca conheci uma exceção. ” (Dan Millman)

Confesso que tenho medo dessa realidade. E os abusos não param. Nos últimos dias se acentuaram as pressões pela obrigatoriedade de aplicação de vacina “Coronavac” no Brasil. Produzida na China, sem a aprovação da ANVISA, órgão que detém o poder e a responsabilidade para deliberar tecnicamente sobre a eficácia do produto Chinês – que suspeito ainda não seja aprovado para uso no próprio país de origem.

Voltando aos Estados Unidos, ainda no início desta semana “O Capitólio”, centro legislativo do estado americano foi invadido pela população incrédula e raivosa diante das inúmeras fraudes ocorridas na eleição presidencial daquele país. O povo não suporta mais as manobras políticas e manipulações eleitorais para serem colocados no poder à força, pessoas que não têm compromisso com a democracia. Assim ocorreu em Cuba, Venezuela, Argentina… a França hoje também é suspeita. Parece que as urnas eletrônicas estão sendo preparadas com antecedência para atender a essa tal “ordem mundial”, tudo indica que a experiência americana será replicada no Brasil para deslegitimar e usurpar um governo democraticamente eleito por mais de 58 milhões de cidadãos brasileiros que acreditam na mudança, no combate à corrupção, progresso e desenvolvimento do Brasil.

“O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda! ” (Clarice Lispector)

Tenho o pressentimento de que existe uma conspiração para tirar à força o poder do líder do executivo brasileiro, manobras serão feitas para usurpar o poder e fraudar a eleição de 2022, com provável apoio do judiciário e legislativo, contrários ao atual governante. Desejam manter o sistema dominante e implantar a desordem e a corrupção sistematizada, apoiada pelos órgãos de comunicação, emissoras de TV, rádios, jornais, revistas e grupos interessados nos privilégios e benesses advindos do estado.

Percebo que os sabotadores da democracia, se infiltram em todas as camadas sociais do Brasil e ganham força, ainda que não tenham credibilidade, assim como, os meios de comunicação de massa – agem como se fossem os condutores impedidos de fornecer a eletricidade que deveria chegar aos nossos lares, juntamente com os sistemas que garantem a geração de energia nesta sexta-feira escura e triste de janeiro, na Ilha do amor. Quem boicota o desenvolvimento de um país que buscam a liberdade do seu povo, limitando o acesso aos bens, alimentos, remédios, em benefício próprio deveria dar lugar aos homens de bem e líderes comprometidos com a vida.

“Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo. ” (Mahatma Gandhi)

O que me causa indignação é que os representantes dos três poderes executivo, legislativo e judiciário retiram a energia do povo brasileiro para mantê-los submissos, enclausurados, escravizados e dependentes dos seus favores. São capazes de desenvolver vírus, manter Lockdown, entubar inocentes, adquirir produtos e equipamentos médicos superfaturados, criar narrativas para difundir o medo e a submissão aos meios de comunicação, quarentena para manter os cidadãos em suas casas, enquanto isso, vivem no conforto dos hotéis de luxo, nas praias paradisíacas, comendo caviar e degustando vinhos nos banquetes supremos.

A energia que os move é o dinheiro, a corrupção e a mentira. Se não acordarmos a tempo seremos facilmente abduzidos por esses alienígenas alucinados pelo poder, capazes de destruir uma nação e retirar a liberdade do povo sofrido neste país gigante adormecido chamado Brasil.

“Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.”

A energia que me move é a vontade associada à crença de que é possível transformar o mundo por meio da ação suportada pela ética, integridade, responsabilidade, respeito mútuo, honestidade e verdade. Se decidirmos agir individualmente e coletivamente para construirmos um mundo melhor e mais justo, estou certo de que sairemos vencedores dessa batalha. Não importa se a energia que move o mundo é elétrica, solar, eólica, mecânica, hidráulica, térmica, pneumática, química, gravitacional, estática, dinâmica, potencial, a vapor ou atômica o que fará a diferença é como iremos atuar para direcionar essas energias para o bem comum da humanidade.

“ Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade. ” (Albert Einstein)

São Luís, 08 de janeiro de 2021.

José Carlos Castro Sanches

É químico, professor, escritor, cronista e poeta maranhense.

Membro Efetivo da Academia Luminense de Letras – ALPL

Autor dos livros: Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; No Fluir das Horas é tempo de ler e escrever, A Vida é um Sopro, Gotas de Esperança e outros dez livros inéditos.

Visite o site: falasanches.com e a página Fala, Sanches (Facebook) e conheça o nosso trabalho como escritor, cronista e poeta.

Adquira os Livros da Tríade Sancheana, composta pelos livros: Colheita Peregrina, Tenho Pressa e A Jangada Passou, na Livraria AMEI do São Luís Shopping ou através do acesso à loja online www.ameilivraria.com.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS08.01.2021. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual amparado pela lei nº 9.610/98 que confere ao autor Direitos patrimoniais e morais da sua obra.

“Como o artesão da palavra, busco retratar as vivências, aprendizados e experiências do cotidiano obstinadamente. Reconhecendo e compartilhando o mérito de quem cumpre bem a sua missão. ” (José Carlos Castro Sanches)

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