Por José Carlos Castro Sanches
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“O teatro é a poesia que sai do livro para se tornar humana.” (Federico García Lorca)
Entre versos e palcos de encanto, o Maranhão transborda a mais pura magia. Após o festival da UEMA, a poesia pegou carona com a alegria e foi parar no recém-inaugurado Museu Beto Bittencourt. Lá, onde a arte ganha vida, os livros dão as mãos aos bonecos para contar histórias que desafiam o tempo.
“Os livros são abelhas que transportam o pólen de uma mente para outra.” (James Russell Lowell)
Com o apoio essencial da FAPEMA, o projeto “Viva Teatro de Bonecos e Biblioteca Mário Meirelles” transformou uma casa em um verdadeiro santuário da cultura. São cerca de três mil livros e trezentos bonecos restaurados com esmero, unindo o passado glorioso e o futuro promissor das nossas crianças em visitas guiadas de puro aprendizado.
“Boneco não tem alma, mas a gente empresta a nossa e ele vive.” (Mário de Andrade)
Entre marionetes, mamulengos e fantoches em papel machê, a arte de Beto Bittencourt pulsa com vigor renovado. A literatura infantil ganha asas douradas com a obra Alevino Dourado, enquanto a comunidade celebra nomes marcantes que mantêm viva essa chama inesquecível.
“A gratidão é a memória do coração.” (Antístenes)
Ao final desta jornada mágica, prestamos nossa mais sincera e emocionada homenagem à querida amiga e confreira Joana Bittencourt e ao saudoso Beto Bittencourt (em memória). Pelo legado imortal ao teatro de bonecos, à literatura infantil e pelos relevantes serviços prestados à cultura maranhense, o nosso eterno reconhecimento e aplauso de pé!
“O reconhecimento é a maior recompensa para o trabalho bem-feito e para a dedicação de uma vida.” (Dalai Lama)
Rosário, 27 de setembro de 2026.
Direitos reservados ao autor: José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
