Por José Carlos Castro Sanches
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“A poesia não se quer dizer, quer-se a si mesma.” (Cecília Meireles)
A vida é um pássaro fugaz, e a primavera desabrocha como flor no xadrez da existência. Ela é a proclamação suprema do amor na efêmera lida cotidiana.
Busco crescer na palavra sob a cortina secular do tempo. Colhendo os frutos da lavra poética, encontrei a verdadeira fórmula de amar.
Entre o céu e a terra, o mar e eu — ela e as estrelas. Entre o sol e a lua, ela e eu — o vasto mar e o brilho das estrelas.
Na travessia dos dias, sempre me lembro: sou cronista, poeta e trovador. Da minha arte me orgulho, eternizando e cantando versos de amor.
“A poesia é a revelação de uma alma que se recolhe.” (Fernando Pessoa)
Rosário, 18 de setembro de 2026.
Direitos reservados ao autor: José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
