Por José Carlos Castro Sanches
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No altar do tempo, onde a virtude faz morada,
Desabrocha o clarão de uma alma iluminada.
Sara, que traz no nome a nobreza que expia,
É prece viva e santa, moldada no Messias.
A virtude em flor, de passo firme e ágil,
Guarda no peito um zelo contra o mundo frágil.
Solteira para o mundo, ao Céu foi consagrada,
Na fé católica encontra a reta caminhada.
Com as mãos que acolhem e o olhar que tudo acalma,
Cura as dores do corpo e as chagas desta alma;
Há em seu toque um dom, mistério tão divino,
Que afasta a enfermidade e muda o próprio destino.
Neste dezoito de julho, o céu se faz poesia,
Para saudar tua vida com paz e alegria.
Que o Senhor te conceda saúde exuberante,
E uma sabedoria firme, terna e constante.
Que a felicidade faça morada em teu ser,
E que nunca te falte a força para florescer.
Receba esta homenagem, do fundo do coração,
Em forma de amizade, respeito e gratidão.
Com carinho e profunda admiração,
Do seu amigo, Cordeiro.
São Luís, 18 de julho de 2026.
Direitos reservados ao autor:
José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e produtor cultural.
