Por José Carlos Castro Sanches
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Entrevista da Mãe Zazá ao filho primogênito.
José Carlos: Mãe, a senhora já parou pra pensar na história incrível que a senhora construiu? Toda essa garra, essa alegria… de onde vem tudo isso?
Dona Zazá: (Rindo) Ah, meu filho, a gente vai vivendo, né? Não tem muita receita não. Mas eu sempre fui uma passarinha valente, nunca gostei de ficar parada sem cuidar do meu ninho.
José Carlos: E o medo? A senhora sempre pareceu tão corajosa. Teve algum medo que te marcou?
Dona Zazá: (Pensativa) Sabe, quando eu era menina e estudava em Rosário, eu morria de medo do mundo acabar e eu não ver mais meus pais, que moravam em São Brás. Era uma distância danada naquela época! Eu rezava muito pra isso não acontecer.
José Carlos: (Sorrindo) E não acabou! E olha só onde a senhora chegou, com essa penca de filhos, netos, e todo esse amor que a senhora espalha.
Dona Zazá: É verdade. Deus foi muito bom pra mim. E vocês, meus filhos, são a minha maior riqueza.
José Carlos: A senhora é o nosso sustentáculo, mãe. A sua comida… (lambendo os beiços) nem se fala! É a melhor do mundo. E o carinho, a atenção, o cuidado… a senhora é uma guerreira.
Dona Zazá: (Emocionada) Obrigada, meu filho. Eu sempre fiz tudo com muito amor. Ver vocês felizes e bem encaminhados é o que mais me importa.
José Carlos: A senhora é um exemplo pra todos nós. Uma “Pequena Grande Mulher”, como a gente gosta de dizer. E hoje, no seu aniversário, a gente quer te dar os parabéns e desejar tudo de melhor.
Dona Zazá: (Sorrindo) Ah, que coisa boa! Mais um ano de vida pra comemorar.
José Carlos: É isso aí, mãe! Parabéns! Que Deus te dê muitos anos de vida abundante, com saúde, paz e sabedoria. A senhora merece tudo de melhor!
São Luís, 23 de abril de 2026.
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José Carlos Castro Sanches.
Químico, professor, consultor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador, poeta e promotor cultural.