1236657.1677ed0.a1d49e5be45046c98447636dfa3d9e34
Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

INDIFERENÇA

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

“A indiferença é a morte da alma.” (Augusto Cury)

Ela desfilava pela passarela com brilho e pompa sob os holofotes das mídias sociais e da TV, mas tudo era vazio em sua essência, a distância dos familiares, dos amigos e das pessoas que os circundam, o que de fato existia entre os flashes e a hipocrisia era a indiferença de todos. Ele em seu terno Armani com a sua Ferrari, o orgulho estampado no rosto e a vaidade extrema pelos bens que possui, caminhava sozinho entre a multidão, a verdade sobre os seus dias de solidão era dolorida, entre rosas e espinhos predominava a indiferença.

“Não há nada mais terrível do que a indiferença.” (Albert Einstein)

Gil Veronese e Maria Toscana eram simplesmente ignorados porque viviam numa bolha, encapsulados nos próprios egos, acorrentados pelo orgulho, cegos diante da luz, surdos aos apelos, insensíveis aos toques e aos perfumes, perdidos na imensidão da clausura interior. As suas Ilhas se revelavam desoladas, tristes e solitárias na imensidão do universo.

A indiferença é um veneno que mata lentamente, destrói relacionamentos, amizades e famílias. É a falta de empatia, a ausência de amor e a recusa de se conectar com os outros. É preciso romper essa barreira e se abrir para o mundo, para as pessoas e para a vida.

“Não podemos mudar o mundo, mas podemos mudar a nós mesmos e, com isso, mudar o mundo.” (Gandhi)

Lições aprendidas: A indiferença é uma escolha, e podemos escolher ser diferentes. Podemos escolher ser empáticos, simpáticos e sociáveis. Podemos escolher amar e ser amados. Podemos escolher ser felizes. Além disso, precisamos reconhecer a importância da comunicação, da escuta ativa e da vulnerabilidade para construir relações saudáveis. A simplicidade e a humildade também são essenciais para superar a indiferença e viver em harmonia com os outros.

São Luís, 01 de fevereiro de 2026.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS01.02.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *