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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

PALAVRAS QUE VOAM: UMA DOAÇÃO ESPECIAL EM GRAMADO

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

Ler, escrever, compartilhar e inspirar. É com grande alegria e satisfação que realizamos a doação do livro “Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha” para a Biblioteca Pública de Gramado – RS. Esta é a segunda obra do autor a encontrar seu lar nesta iluminada instituição, após a exitosa estreia com “Pérolas da Jujuba com o Vovô”, escrita em parceria com sua neta Julie Sanches Simas Lopes.

Para um escritor, não há maior satisfação do que ver suas palavras ganharem vida nas páginas de um livro e, ver os livros criando asas além-mares, mais ainda, saber que elas serão compartilhadas com leitores ávidos por novas histórias e perspectivas. A doação de “Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha” à Biblioteca Pública de Gramado é um momento especial, pois permite que os leitores da Serra Gaúcha se conectem com a paixão e a criatividade deste escritor, cronista, trovador e poeta maranhense.

“Um livro é um sonho que você segura em suas mãos.” (Neil Gaiman)

Neste livro, José Carlos Castro Sanches nos leva em uma jornada emocionante pela Serra Gaúcha, compartilhando histórias e memórias que certamente tocarão o coração de cada leitor. Com sua escrita instigante, detalhada e criativa, o autor nos presenteia com crônicas que encantam e inspiram todos aqueles que as leem.

“A leitura é a chave que abre as portas da sabedoria.” (Confúcio)

É com grande orgulho que vemos nossas histórias sendo compartilhadas e apreciadas por pessoas de diferentes origens e lugares. Acreditamos que a escrita e a leitura sejam as maiores riquezas que podemos compartilhar, e é por isso que nos sentimos honrados em contribuir para a Biblioteca Pública de Gramado.

Convidamos todos a visitarem a Biblioteca Pública de Gramado e descobrirem o mundo de “Das Coisas que Vivi na Serra Gaúcha”. Deixem-se levar pelas palavras do autor e permitam-se ser transportados para a beleza e a emoção da Serra Gaúcha. Lembrem-se: a leitura é um presente, e compartilhar é um ato de amor.

Gramado – RS, 20 de janeiro de 2026.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS20.01.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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