Por Orquídea Santos

Orquídea Santos analisa carta enviada pelo professor José Carlos Sanches após encontro festivo entre ele e o jornalista Mhario Lincoln, editor-sênior da Plataforma Nacional do Facetubes.
Atualizada em 16/01/2026 às 20h56
Por: Mhario Lincoln
Fonte: ORQUÍDEA SANTOS (texto de abertura e comentários)
Arte: Ginai FT. Casais: Sanches & Lincoln
ORQUÍDEA SANTOS, editora da Plataforma Nacional do Facetubes.

Recebemos (eu e Mhario Lincoln) “Semente de Jasmim” como quem recebe uma carta antiga: não apenas pelo assunto — a gratidão —, mas pelo modo como ela se apresenta, chamando para perto o papel, a caneta e a memória, como se a palavra precisasse, antes de tudo, reaprender a ser presença. O professor José Carlos Castro Sanches escreve com o gesto de quem presta tributo sem pressa, numa chave afetiva que une biografia, reconhecimento e fé, e que encontra, no encontro de 16 de janeiro de 2026, em Curitiba, a sua cena de consagração humana.
Mhario Lincoln me confessou estar realmente emocionado e me confidenciou à ouvidos: “Ao lê-lo, Orquídea, senti-me no dever de afirmar que há textos que elogiam; e há textos que, elogiando, revelam uma ética. José Carlos pertence a essa segunda linhagem. Ele possivelmente com a mesma emoção que sinto neste momento, nomeia a fibra que sustenta o verdadeiro elogio, destacando seu lado sensível ao citar “gratidão”, como tom de sua escrita. No fundo, antes que alguém pense em simples “troca de benesses” ou “medalhar o amigo com adjetivos”, eu senti outra coisa. O reconhecimento pelo trabalho que fazemos (eu e nossa valorosa equipe) ao sustentar, como um Atlas, essa missão de literalizar o ser humano, antes que vire esses momentos hodiernos, uma nova Constantinopla. Assim, quando assina esse texto, ele o faz no Cartório do coração. E ao escolher o jasmim como título, traduz com nobreza o essencial, porque jasmim, não “é flor de vitrine”, mas perfume que trabalha em silêncio. Essa metáfora ilumina a ideia de amadurecimento fora do lugar-comum — a “semente” que encontra outro solo e, sem negar a origem, floresce onde há disciplina, coragem e devoção à cultura. É exatamente nesse contexto que a amizade, no sentido mais alto, não ampara disputas de palco, não mede grandezas, não coleciona vantagens. Ela existe para confirmar o outro, não para reduzi-lo. Deixo aqui, portanto, meu agradecimento sincero, convidando para a mesma mesa C. S. Lewis que fala brilhantemente sobre esse “ato de ser amigo”. Ele diz que a amizade não é um instinto biológico necessário para manter o ser humano vivo (diferente do afeto familiar, por exemplo), mas ela “é essencial para tornar a vida digna de ser vivida”.
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Ou seja, em meu entendimento, a amizade, quando limpa de ego e de concorrência, não é instrumento; é Graça! “
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“SEMENTE DE JASMIM (Tributo a Mhario Lincoln)
Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com
Gratidão é a palavra que melhor traduz o que tenho a dizer ao amigo Mhario Lincoln, escritor, poeta e jornalista maranhense, autor de obras que celebram a cultura e a identidade do Maranhão, filho da ilustre Flor de Lys Fialho Félix, nascida em São Luís, Maranhão. Flor de Lys iniciou sua carreira na imprensa escrevendo sobre eventos sociais e bailes de debutantes na década de 1960, estabelecendo-se como jornalista e apresentadora de destaque no Maranhão.

(Foto: MHL recebe livro de Sanches.)
Uso deste expediente, com licença do papel, da caneta e da máquina de datilografar que sempre me acompanharam na intensa jornada literária, para agradecer a oportunidade de estarmos juntos nessa missão, especialmente pelo maravilhoso encontro na tarde de 16 de janeiro de 2026, em Curitiba — bela capital inteligente e ecológica. Foi um bate-papo enriquecedor, no qual pude conhecer um pouco da sua trajetória de sucesso ao lado da sua amada esposa.

Uma história de superação, crescimento e desafios vencidos com inteligência, maestria e visão de águia. O Maranhão tem, na capital das araucárias, um representante à altura do seu legado literário, poético e jornalístico. Não apenas Flor de Lys fez por merecer aplausos: seu filho também repica o sino da glória. Ecoa o canto do amor, do respeito, da justiça, da paz, da generosidade, da empatia e da fraternidade; e, além de luz na negridão, é farol que ilumina os caminhos da esperança, mantendo acesa a chama da amizade, da literatura, da arte e da cultura.

Floresceu no Estado do Paraná, no sul do Brasil, a semente que parecia minguar na própria terra. Mas o talento, associado ao trabalho árduo, à competência e à dedicação, plantado em solo fértil, brotou viçoso, cresceu e fez desabrochar o perfumado jasmim na cidade sorriso, como o oásis no deserto. Se é verdade que santo de casa não faz milagre, o que dizer, então, dos que milagres fazem em outras plagas? Sorte não seria a resposta.

Certamente, o que o fez prosperar diante das adversidades e o tornou vencedor foi a ousadia, aliada ao conhecimento, ao foco, à determinação e à coragem, sem prescindir da sabedoria e da proteção advindas do Criador do céu e da terra. Portanto, não é por acaso que Mhario Lincoln, escritor, poeta e jornalista maranhense, com obras que celebram a cultura e a identidade do Maranhão, seja um exemplo de superação e dedicação à literatura.

Seu trabalho é de fundamental importância para o fomento e o fortalecimento da literatura, da arte e da cultura do Maranhão, além de contribuir para a valorização de escritores, artistas e promotores da literatura maranhense em todo o mundo. Como protagonista do próprio destino, ele traduz sonhos em ação, mostrando que a distância entre o sonho e a realidade se chama ação. Sua obra é um exemplo inspirador para novos escritores e artistas, e sua dedicação à literatura é um legado valioso para a cultura maranhense.

(Foto: Mhario Lincoln, Sanches e esposas)
Que a plenitude, o vigor e a resiliência sejam eternos companheiros na sua jornada desafiadora, criativa, inspiradora e transformadora. Finalizo com a certeza de que o nosso encontro na Churrascaria Boi Dourado, na breve visita a Curitiba, ficará registrado e eternizado entre os melhores momentos do passeio — mas tudo o que é bom dura pouco. Até o próximo encontro, Mhario Lincoln. Que Deus seja louvado!
Curitiba, 16 de janeiro de 2026.
José Carlos Castro Sanches.
É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS16.01.2026. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.
