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Oferece a você a oportunidade de leitura e reflexão sobre textos repletos de exemplos, experiências e lições que irão transformar a sua vida.

PERGUNTAS PARA ENTREVISTA COM JOSÉ ORLANDO E ANTONINO À RÁDIO FALA SANCHES WEB

Por José Carlos Castro Sanches

Site: www.falasanches.com

Sequência de perguntas para a entrevista com José Orlando e Antonino: 37 perguntas inspiradoras para serem respondidas por escrito pelos empresários fundadores da Montisol José Orlando e Antonino.

Entrevistador: José Carlos Castro Sanches

Data: a definir

Tema: A trajetória de sucesso da Montisol: Entrevista com José Orlando e Antonino.

1. Como surgiu a ideia de criar a Montisol? Quem teve a iniciativa?

2. Como e onde a Montisol iniciou os trabalhos? Com quantos empregados? Quem foram os primeiros empregados?

3. Como foi a evolução ano a ano da Montisol? Como a família de cada um dos sócios interage na empresa?

4. Como vocês pretendem fazer a transição da empresa para as futuras gerações?

5. As esposas dos sócios têm relações pessoais e as famílias dos sócios se reúnem frequentemente?

6. Na atual estrutura organizacional, a Montisol tem familiares dos sócios?

7. Quem está à frente dos negócios da Montisol atualmente? Como surgiu a ideia de criação de novas empresas e expansão dos negócios – quantas são as empresas do grupo na atualidade? Qual o plano de futuro para todas elas?

8. Como foi a infância de vocês e como ela influenciou a escolha pela carreira empreendedora?

9. Qual foi o momento mais desafiador que vocês enfrentaram juntos como sócios e como superaram?

10. Como vocês descrevem a parceria de sucesso que construíram ao longo dos anos?

11. Qual é o segredo para manter a harmonia e a comunicação eficaz em uma parceria empresarial?

12. Como a Montisol completou 37 anos em 2025? Quais são os planos para celebrar essa conquista?

13. Qual é o segmento da empresa e como vocês veem o futuro do setor?

14. Como a Montisol se relaciona com a Alumar e qual é a importância dessa parceria para a empresa?

15. Quantos empregados trabalham na Montisol e como vocês valorizam a equipe?

16. Quais são os principais desafios que vocês enfrentaram ao construir a Montisol e como superaram?

17. O que vocês diriam para os novos empreendedores que estão começando a jornada?

18. Se vocês pudessem fazer algo diferente na história da Montisol, o que seria?

19. Qual é a lição mais importante que vocês aprenderam ao longo da jornada empreendedora?

20. Como vocês mantêm a inovação e a criatividade na empresa?

21. Qual é o papel da família na Montisol e como vocês equilibram a vida pessoal e profissional?

22. Quais são os principais valores que guiam a tomada de decisões na Montisol?

23. Como vocês veem o futuro da economia maranhense e o papel da Montisol nesse cenário?

24. Qual é a história por trás do nome “Montisol” e como ele reflete a missão da empresa?

25. Como vocês escolheram os parceiros e fornecedores da Montisol?

26. Qual é o projeto mais desafiador e gratificante que vocês trabalharam juntos?

27. Qual é a mensagem final que vocês gostariam de deixar para os ouvintes da Rádio Fala Sanches WEB?

28. Como vocês acreditam que a Montisol pode contribuir para o desenvolvimento sustentável do Maranhão?

29. Qual é o papel da tecnologia na Montisol e como vocês estão se adaptando às mudanças tecnológicas?

30. Como vocês lidam com a pressão e o estresse no ambiente empresarial?

31. Qual é a importância da responsabilidade social para a Montisol e como vocês estão trabalhando nessa área?

32. Como vocês acreditam que a parceria entre a Montisol e a Alumar pode ser um exemplo para outras empresas?

33. Qual é o perfil de liderança que vocês buscam desenvolver nos funcionários da Montisol?

34. Como vocês veem a internacionalização da Montisol e quais são os planos para expansão?

35. Qual é a relação da Montisol com a comunidade local e como vocês apoiam o desenvolvimento regional?

36. Como vocês lidam com os desafios da globalização e da concorrência no mercado?

37. Qual é o legado que vocês gostariam de deixar com a Montisol e como vocês querem ser lembrados?

Agradecemos antecipadamente a oportunidade de obter essas informações valiosas sobre a história e o futuro da Montisol.

Essas perguntas ajudam a criar uma entrevista interessante e inspiradora com os empresários José Orlando e Antonino!

São Luís, 27 de outubro de 2025.

José Carlos Castro Sanches.

É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense. Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.

Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.

NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS27.10.2025. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.

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