Por José Carlos Castro Sanches
Site: www.falasanches.com
Por trás dos aplausos, muitas vezes se esconde uma realidade desconfortável: falsidade, mentira, traição e inveja. É comum que esses aplausos estejam ligados a interesses pessoais, onde as pessoas buscam obter algo em troca. É notável que os aplausos raramente são direcionados aos perdedores, aos que lutam contra a adversidade ou aos que não têm recursos. Em vez disso, os aplausos são frequentemente reservados aos vencedores, aos afortunados, aos que alcançam o sucesso e geram riqueza.
Quando alguém alcança o sucesso, dois tipos de reações podem surgir: alguns podem sentir incômodo e reagir negativamente, enquanto outros podem fingir admiração e aplaudir, muitas vezes com intenções ocultas. Esses “puxa-sacos” podem se tornar inimigos figadais ao primeiro sinal de fracasso.
É importante lembrar que os aplausos podem ser efêmeros e não oferecem proteção real. Quem se aquece com o cobertor dos aplausos deve aprender que ele é feito de material frágil e não oferece abrigo duradouro. É preciso aprender a lidar com as críticas e a sobreviver ao “frio” para aproveitar o “calor” do sucesso.
São Luís, 06 de abril de 2025.
José Carlos Castro Sanches.
É Consultor de SSMA da Business Partners Serviços Empresariais – BPSE. Químico, professor, comunicador, escritor, cronista, contista, trovador e poeta maranhense.
Membro Efetivo do PEN Clube do Brasil, da Academia Luminense de Letras, da Academia Maranhense de Trovas, da Academia Literária do Maranhão, da Academia Rosariense de Letras Artes e Ciências, da Academia Maranhense de Ciências e Belas Artes, da Academia de Letras, Artes e Cultura de Coroatá, da Sociedade de Cultura Latina do Estado do Maranhão, da Federação das Academias de Letras do Maranhão, da União Brasileira de Escritores, da Associação Maranhense de Escritores Independentes. Membro correspondente da Academia Arariense de Letras, Artes e Ciências, da Academia Vianense de Letras e da Academia Icatuense de Letras, Ciências e Artes. Tem a literatura como hobby. Para Sanches, escrever é um ato de amor e liberdade.
Autor dos livros: Tríade Sancheana – Colheita Peregrina, Tenho Pressa, A Jangada Passou; Trilogia da Vida: No Fluir das Horas, Gotas de Esperança e A Vida é um Sopro!; Pérolas da Jujuba com o Vovô, Pétalas ao Vento; Série Três Viagens: Das coisas que vivi na serra gaúcha, Me Leva na mala, Divagando na Fantasia em Orlando; O Voo da Fantasia e Momentos do Cotidiano. Livros em parceria: Borboletas & Colibris, TROVOAR – Trovas para Inspirar e Sonhar e ECOS – da Academia Maranhense de Trovas. Participa de diversas antologias brasileiras.
NOTA: Esta obra é original do autor José Carlos Castro Sanches e está licenciada com a licença JCS06.04.2025. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. Esta medida fez-se necessária porque ocorreu plágio de algumas crônicas do autor, por outra pessoa que queria assumir a autoria da sua obra, sem a devida permissão – contrariando o direito à propriedade intelectual, amparado pela Lei nº 9.610/98, que confere ao autor direitos patrimoniais e morais da sua obra.